O governo de Cuba anunciou a morte de 32 militares e agentes cubanos durante a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela, que teve como objetivo capturar e levar para os EUA o presidente venezuelano Nicolás Maduro e da mulher dele, Cilia Flores. Os mortos eram cedidos pelo governo de Cuba para a segurança pessoal de Maduro. Segundo comunicado oficial divulgado em Havana na noite de domingo (4), os mortos eram integrantes das forças armadas e agências de inteligência de Cuba, que estariam no país latino-americano a convite do governo venezuelano. O texto afirma que esses profissionais “cumpriram seu dever com dignidade e heroísmo” e “caíram após resistência em combate direto contra os atacantes ou como resultado de bombardeios nas instalações”.
Em resposta à violência, Cuba decretou dois dias de luto nacional (hoje e amanhã) e informou que os detalhes sobre os funerais serão anunciados posteriormente. O governo cubano vem sendo um aliado histórico de Caracas, oferecendo apoio em áreas de segurança e inteligência ao longo dos anos. Autoridades norte-americanas, incluindo o presidente Donald Trump, reconheceram que houve mortes entre as forças cubanas e venezuelanas, mas afirmam que não houve baixas americanas no confronto.
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