Após ataque estilo novo cangaço, PM encontra bombas no centro de Araçatuba

Após ataque estilo novo cangaço, PM encontra bombas no centro de Araçatuba

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Divulgação PMSP

A Polícia Militar bloqueou o acesso à região central de Araçatuba (SP) na madrugada desta segunda-feira (30) após uma pessoa se ferir na explosão de um artefato deixado pela quadrilha que assaltou agências bancárias na praça Rui Barbosa, a principal da cidade. A bomba estava na rua Duque de Caxias, próximo ao cruzamento com a General Osório, e a vítima é um ciclista que passava pelo local rumo ao calçadão da rua Marechal Deodoro.

Outro explosivo estava no mesmo cruzamento, porém na rua General Osório. Segundo a Polícia Militar, havia mais explosivos em vários pontos e o acesso à região central da cidade só será liberado após todos eles serem removidos.

Policiais obtiveram informações de que um caminhão deixado na região central da cidade também estaria carregado com explosivos. Equipes do Gate – Grupo de Ações Táticas Especiais da PM de São Paulo foi deslocado para Araçatuba ainda na madrugada juntamente com uma equipe de perícia.

Um homem de 46 anos foi encaminhado na madrugada para a Santa Casa de Araçatuba, após ser baleado quando passava de moto pela rua Luiz Pereira Barreto, nas imediações da praça Rui Barbosa, onde estão agências bancárias alvos da quadrilha.

Consta, embora sem confirmação, que haveria outra vítima de baleamento com ferimentos graves, em atendimento no Pronto-Socorro. A vítima teria sido atendida pelo Samu estaria intubada aguardando para ser encaminhado para a Santa Casa.

Segundo caso de terror

Em 2017, a população de Araçatuba viveu momentos de terror por conta de um assalto a empresa de valores da cidade. Na época, cerca de 30 indivíduos incendiaram veículos para bloquear a saída de viaturas do quartel da Polícia Militar, perto da empresa.

Os quadrilheiros também atiraram contra a entrada do quartel para impedir a saída dos policiais, e houve troca de tiros. Na sequência, outro grupo foi até a empresa de valores e usou dinamite para explodir o prédio. O policial civil André Luís Ferro da Silva, do Grupo de Operações Especiais (GOE), estava de folga no dia e foi baleado durante a ação e morreu. Além do policial, duas mulheres foram atingidas por estilhaços de balas.