Armas de guerra pertencem a presidiário do Segurança Máxima

Armas de guerra pertencem a presidiário do Segurança Máxima

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Armamento de guerra e grandes assaltos ou execuções.

Em seguida ao confronto e socorro aos feridos os policiais passaram a trabalhar para identificação dos envolvidos e das armas. O grupo enfrentou a polícia usando SubMetralhadora UZI, calibre 9 milímetros e uma Carabina M1 ponto 30.

No interior do veículo foram localizadas diversas munições de diferentes calibres, colete balístico marca CBC, três carregadores (pentes) de armas, sendo 1 de submetralhadora UZI, 1 de carabina M1 e outro de Pistola 7,65, um chapéu de palha, bonés e uma gandola camuflada.

Em um papel no painel do carro constava dois endereços, sendo um Rua Velia Berti de Souza, e outro Arlindo Sampaio Jorge, ambos com números definidos. Com isso, uma equipe ficou preservando até a chegada de perícia e outra foi acionada para cerificar os endereços.

o local e foi solicitado via CIOPS o acionamento da perícia e delegado plantonista. Que foram realizadas diligencias pelas equipes do Batalhão nos endereços

Na Rua Velia Berti de Souza, ninguém fora localizado, sendo identificado que ali é a residência de Antônio Júlio da Silva, o “Andorinha” e “Velho do PCC”, que checado nos registros da polícia, constou como sendo fugitivo do Sistema Prisional. Já na residência da Rua Arlindo Sampaio Jorge, fora feito contato com o indivíduo então preso, Vagner Torrico Ramos.

Questionado se conhecia os indivíduos do carro e se sabia algo sobre as armas, contou que conhecia todos, em razão de ser o responsável pela guarda do armamento. Contou ainda que recebia dinheiro para fazer a guarda di armamento.

Ele detalhou ainda que no sábado (9), os indivíduos do Polo haviam passado em sua residência e retirado as armas de fogo agora apreendidas pela PM. Questionado sobre quem seria o dono do armamento, confessou que pertenciam ao indivíduo de nome Fábio, interno do Presídio de Segurança Máxima.