Com economia de R$ 10,9 milhões, 4 empresas vão manter 1.151 km...

Com economia de R$ 10,9 milhões, 4 empresas vão manter 1.151 km de ruas não pavimentadas

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A Prefeitura de Campo Grande homologou nessa terça-feira (22) a concorrência que definiu as empresas que serão responsáveis pela manutenção de 1.151 quilômetros de vias não pavimentadas, que integram a malha viária urbana da cidade. A licitação, que atraiu 12 empresas, teve quatro vencedoras, que atuarão nas seis regiões urbanas da cidade onde há vias não asfaltadas.

A concorrência garantiu uma economia de R$ 10.951.267,58, redução de 35,42% no preço de referência, que caiu de R$ 30.911.910,91 para R$ 19.960.643,58. A Construtora Rial Ltda venceu os lotes 1 e 2 (regiões urbanas do Anhanduizinho e Bandeira); a Engenex Construções e Serviços atuará nas regiões urbanas do Lagoa Imbirussu, A.L. dos Santos & Cia Ltda, na região do Prosa e a Gradual Engenharia e Consultoria Ltda, na do Segredo.

Os custos variam conforme a extensão das vias não pavimentadas de cada região urbana, além do custo da logística para levar o cascalho necessário. Quanto mais distante a jazida, o custo do revestimento é maior. A partir da ordem de serviço, que será dada após a assinatura dos contratos, a Prefeitura de Campo Grande planeja dobrar de 4 para 8 o número de equipes e recuperar, com drenagem superficial, reconformação e revestimento primário (com cascalho), em média, 100 quilômetros de vias pavimentadas por mês.

Em seis meses, os engenheiros da Sisep calculam que 60% da malha viária estará com revestimento primário, em condições para atravessar sem problemas o próximo período chuvoso, a partir de outubro. Segundo o secretário de Obras e Infraestrutura, Rudi Fiorese, a partir da assinatura destes novos contratos, será executado um planejamento de manutenção das vias durante o período em que chove menos.

“Hoje, como trabalhamos com um saldo de contrato muito baixo, empresas contratadas por bairro, a manutenção é restrita, limitada praticamente ao patrolamento e reconformação da pista. Com as chuvas intensas, o serviço acaba tendo uma eficácia quase emergencial para garantir condições de tráfego nas vias de maior movimento”, justifica Fiorese.