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Com risco de pandemia tratado em Banho Maria pela administração e pessoas, a morte do povo é certa

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Sem nenhum controle sanitário ou de normas de segurança, casas de festas se proliferam pela cidade.

A falta de fiscalização e providência real responsabilizando promotores de festas, reuniões e ajuntamentos semelhantes durante o período de quarentena em Campo Grande, até o momento não está demonstrando nenhuma utilidade para controle ou afastamento de risco contra a pandemia. O que se nota até então, é dinheiro sendo jogado fora com movimentação de viaturas da GCM, desperdício de efetivo e risco dos servidores serem infectados durante essas “batidas” sem futuro.

O problema é que seguidamente são flagradas reincidências em estabelecimentos ou casas de barulho agora na molda com a construção de um varandão, dois banheiros, churrasqueira e piscina para locação exclusivamente para festas, conveniências, bares e festeiros residenciais. Até onde se sabe, a repressão a isso não passa de pedido para pararem com a festa ou ajuntamento o que até acontece, mas em alguns casos, assim que a GCM vira as costas a coisa continua.

A questão da “Operação Enxugar Gelo” começa com o horário do toque de recolher a partir de meia noite. Os promotores das reuniões sabendo disso, começam tudo entre 20h e 21h e seguem a festa com a expectativa de “se os homens aparecerem” a gente para a festa meia noite, caso contrário, tudo segue normal e o faturamento estará garantido e as bebidas vendidas com a festa até o horário final do toque de recolher, às 5h.

Para grande parte da população, o chamado toque de recolher não está passando de uma jogada publicitária da prefeitura com proveito político junto a comerciantes e promotores de eventos noturnos. A população acreditaria nesse tipo de atitude por parte da prefeitura, se ao invés de colocar a saúde e a vida de servidores da GCM e fiscais em risco como meros conselheiros fizesse como vem fazendo, aproveitando a fiscalização ao toque de recolher, para fazer blitzes de trânsito, ação visivelmente arrecadadora, mas que o infrator não tem saída, terá que pagar se quiser ter o bem de volta, nesse caso o veículo apreendido.

Responsabilização

Com certeza a Guarda Civil Metropolitana não teria pela frente casos de reincidência se, a cada constatação de irregularidade no cumprimento de horário, barulho, distanciamento e outros, o estabelecimento fosse literalmente fechado, lacrado, o alvará recolhido e invalidado por determinado período, além de multa e só com ela paga o alvará seria reativado. Sem contar que seria a oportunidade de agir sobre as “casas de festas” funcionando sem nenhum critério de saúde, higiene ou segurança.

Independente disso, proprietário do estabelecimento, casa ou promotor do evento infrator preso, levado para delegacia e enquadrado por desobediência, expor a vida de pessoas a risco de contaminação e/ou morte. Seguindo como está, só dinheiro jogado fora.

Conveniências e Tabacarias, entre as que lideram na reincidência.