Começa pavimentação esperada há 20 anos no Jardim Morenão

Começa pavimentação esperada há 20 anos no Jardim Morenão

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A Prefeitura de Campo Grande iniciou a pavimentação do Jardim Morenão, obra reivindicada pela população do bairro há 20 anos e que foi retomada seis anos após ter sido iniciada e interrompida, em 2012. A empreiteira terminou os 746 metros de drenagem programados e começou a aplicar a capa asfáltica em duas frentes de serviço, um trecho de 115 metros da Rua Iraque (entre a Centro Oeste e a Goiatuba) e numa rua paralela, a Mirai (também entre a Centro Oeste e a Goiatuba).

“Posso dizer que com o início do asfalto em frente de casa, ganhei o ano. O presente de Natal chegou antecipado”, comemora o aposentado Enoque Soares, 66 anos, que há 20 anos mora na Rua Iraque. O mesmo entusiasmo é compartilhado por uma das suas vizinhas, dona Sônia Pellegrini, que por 15 anos conviveu com o bairro e a poeira. “Para dizer a verdade, já nem acreditava que este asfalto seria feito um dia. Há alguns anos colocaram esgoto, colocaram tubulação e o serviço por aí”, declarou.

O projeto

A pavimentação do Jardim Morenão, que atende também o Residencial Anápolis, chegou a ser iniciada em 2012, mas a obra parou porque a empreiteira rescindiu o contrato. Ano passado a Prefeitura esteve na iminência de perder o recurso, mas depois de intervenção do prefeito Marquinhos Trad junto ao Ministério das Cidades, o convênio, que venceria em abril, foi renovado. Estão sendo investidos R$ 1.332.560,82 na execução de 746 metros de drenagem e 2,2 quilômetros de asfalto.

Serão pavimentadas as ruas Paraúna (entre Centro Oeste e Rivaldir Alberti); 13 de Novembro (entre Centro Oeste e Goiatuba); Canabras (entre Centro Oeste e Rivaldir Alberti); Mirai (entre Centro Oeste e Goiatuba); Mirai (entre Rivaldir Alberti e Divino Fonseca); Rodrigo Moura (entre Rivaldir Alberti e Fim de Rua); Iraque (entre Centro Oeste e Kilda Monteiro); Pompeu Ferreira (entre Centro Oeste e Rivaldir Alberti); Junes Salaminy; Kilda Monteiro; Francisco dos Anjos (entre Assaré e Rodrigo Moura) e Divino Fonseca (entre Assaré e Rodrigo Moura).