Festa em fazenda foi de barulho, aglomeração, desacato, ameaça e prisão

Festa em fazenda foi de barulho, aglomeração, desacato, ameaça e prisão

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Já na chegada polícia e fiscalização confirmaram as denúncias. (Fotos: Direto das ruas)

Pela segunda vez, após notificação sanitária, a Polícia Militar de Rochedo foi acionada com denúncia de festa clandestina realizada na Fazenda San Gabriel, propriedade de Gleibe Rosa Máximo, de 54 anos. No local segundo as denúncias, a porteira da fazenda estava “aberta ao público”, havia grande número de pessoas e som alto ao extremo, que podia ser ouvido na distância de quase um quilômetro.

A polícia foi para o local confirmando a denúncia encontrando inclusive menores. Policiais chegaram a pé no cerne da festa, impedindo fugas que chegaram a ser tentadas. Parte dos frequentadores concordavam com a ação da polícia, mas uma pequena parte se insurgiu contra os policiais e demais servidores com desacato e ofensas.

O proprietário da fazenda foi autuado por infringir as medidas sanitárias em Decreto Estadual e infração ao Código Penal. Bárbara, 21 anos, foi presa em flagrante por desacato quando os policiais apreendiam equipamento de som do carro de seu marido, responsável pela sonorização do evento. Quando ela tentava impedir a apreensão, policiais pediram que se afastasse pois tudo seria resolvido com o marido, ela se rebelou contra o comandante da equipe da PM e mesmo contra o marido por este não reagir contra a apreensão.

De porteira aberta.

Vai contar para Riedel e para o governador

Já o suposto promotor da festa e proprietário da fazenda, Gleibe Rosa Máximo, protestava com “pressão” sobre os servidores responsáveis pela operação os ameaçando de providências junto aos escalões superiores.

Entre os argumentos que usou, disse ser maçom, amigo pessoal do governador para quem faria telefonema e também solicitaria ao Secretário Riedel providências quanto ao serviço dos policiais militares e demais servidores que atenderam o caso. Fazendeiro, a esposa do dono do som e o dono do som além de testemunhas e equipamentos de som foram entregues na Polícia Civil de Rochedo a cargo do delegado Roberto Duarte Faria.

Som ouvido à distância.