Fiems doa 38 mil máscaras para indústrias sucroenergéticas distribuírem em 21 cidades

Fiems doa 38 mil máscaras para indústrias sucroenergéticas distribuírem em 21 cidades

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Em continuidade com as ações de combate à pandemia do novo coronavírus (Covid-19) em Mato Grosso do Sul, o Sistema Fiems doou 38 mil máscaras de tecido para a Biosul entregar às indústrias sucroenergéticas para distribuírem para a população em situação de vulnerabilidade social em 21 municípios de Mato Grosso do Sul.

A ação foi desenvolvida por meio do Senai, responsável pela implantação e operação de uma ampla estrutura na unidade de Campo Grande, para realizar o corte industrial destas máscaras, que, nesta quarta-feira (15), foram entregues pelo diretor-regional Rodolpho Caesar Mangialardo ao presidente da Biosul, Roberto Hollanda Filho.

Roberto Hollanda explicou que, desde o início da pandemia, as 18 indústrias sucroenergéticas em operação no Estado seguem um rígido protocolo de prevenção da Covid-19 e, por isso, já entregaram máscaras de uso obrigatório a todos os colaboradores.

Agora, essas empresas vão contribuir com a sociedade e, em parceria com os municípios e entidades locais, vão distribuir as máscaras de tecido doadas pelo Sistema Fiems às famílias carentes, idosos, comunidade indígena, profissionais da saúde e população em geral.

“Cada usina conta com seu próprio protocolo de atuação durante a pandemia e a Biosul também elaborou um documento e encaminhou para todas elas, com o intuito de auxiliar e também padronizar os procedimentos de prevenção”, disse o presidente da Biossul.

Ele completa que o objetivo agora é que este importante reforço na prevenção, que são as máscaras, chegue aos moradores das cidades onde essas usinas estão instaladas e o entorno delas.

O diretor-regional do Senai, Rodolpho Mangealardo, acrescentou que, além de auxiliar no combate à disseminação do novo coronavírus, as ações durante a pandemia auxiliam na movimentação de toda a cadeia produtiva da indústria local, assegurando a manutenção de empregos e renda.

“O Senai contratou pessoal para operacionalização das máquinas que cortam o tecido e repassa as máscaras para finalização e acabamento à indústria têxtil do Estado, que pôde manter seus funcionários. Estamos movimentando a economia local e mobilizando a cadeia produtiva da indústria em favor da saúde da comunidade”, finalizou.

Com Assessoria