A Polícia Civil de Dourados, através do Setor de Investigações Gerais (SIG), prenderam neste final de semana, duas pessoas acusadas de matar a indígena Laura Ramirez, de 42 anos. Ela foi encontrada morta na tarde ontem e a princípio o caso era de suicídio, mas exames periciais e de necropsia apontavam que Laura tinha, na verdade, sido assassinada.
Policiais civis e militares que estiveram na aldeia Bororó notaram que algumas coisas da casa da vítima e parte do dinheiro que ela havia sacado de um benefício social tinham desaparecido. Diante desses fatos, os parentes próximos de Laura, entre eles, seus filhos, seu convivente e dois sobrinhos foram levados a delegacia para prestar depoimento.
Com a confirmação do médico legista de que a mulher tinha sofrido asfixia mecânica por estrangulamento e não enforcamento, o que indicava um crime de homicídio, as suspeitas aumentaram contra o companheiro dela de 49 anos e um sobrinho de 33 anos. Eles acabaram confessando o crime e disseram que mataram a indígena para roubar o dinheiro e depois simularam o suicídio.
Os dois foram autuados em flagrante por latrocínio e o caso segue sendo investigado.
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