Médicos avaliam necessidade de Bolsonaro passar pela 7ª cirurgia

Médicos avaliam necessidade de Bolsonaro passar pela 7ª cirurgia

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O presidente Jair Bolsonaro segue em observação no Hospital das Forças Armadas (HFA) com dores abdominais e uma crise de soluço persistente. Em meio aos exames aos quais está sendo submetido, ainda é avaliada a necessidade de uma possível cirurgia de emergência. Essa seria a sétima cirurgia realizada pelo chefe do Executivo após a facada recebida em 2018, durante a campanha eleitoral, em Juiz de Fora (MG). A última, foi realizada no dia 25 de setembro, para a retirada de um cálculo vesical.

O cirurgião Antônio Luiz Macedo, que operou Bolsonaro no episódio da facada, veio de São Paulo para avaliar o quadro do presidente, que pode passar por um procedimento cirúrgico emergencial.

Segundo nota divulgada pela assessoria da presidência, Bolsonaro deu entrada no hospital de madrugada por orientação da equipe médica para investigar a causa dos soluços persistentes há 12 dias e deverá ficar sob observação entre 24 e 48 horas, não necessariamente no hospital. A nota destaca que o presidente “está animado e passa bem”.

A agenda oficial do presidente foi cancelada. Às 11h, estava previsto um encontro com os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) e do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux. Segundo o magistrado, o encontro ocorreria para “combinar balizas sólidas para a democracia”, após o mandatário ter subido o tom contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Roberto Barroso, por conta do projeto do governo sobre o voto impresso.

Bolsonaro também participaria, de uma reunião do Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia da Covid-19 e ainda do lançamento de um programa chamado Ações para o Novo Ensino Médio.