Morto em Coronel Sapucaia tinha extensa ficha, inclusive homicídios

Morto em Coronel Sapucaia tinha extensa ficha, inclusive homicídios

COMPARTILHAR
Tonzinho em uma de suas prisões.

O homem executado a tiros em Coronel Sapucaia no começo da noite dessa sexta-feira (29), Eberton Pavon Vaez, (28) o “Tonzinho” que também atendia por Everton Pavoni, possuía um rosário de passagens policiais, incluindo homicídios e assaltos. Com 28 anos, ele contava com 46 passagens pela polícia que começaram ainda na menor idade.

Entre as anotações na condição de adulto constam roubo, roubo a mão armada, disparos de arma de fogo, porte ilegal de arma, achado de arma de fogo, casos de evasão, fuga e recaptura entre outras.

Ele era conhecido na cidade também por se envolver em seguidas discussões ou brigas. No meio policial, sobretudo fronteiriço, o caso dele é definido como de investigação complicada diante do grande número de pessoas que supostamente teriam motivos para se vingar de “Tonzinho”.

Pistola sumiu

Ao atender o caso as polícias militar, civil e perícia encontraram um carregador (pente) de pistola 9 milímetros municiado. Já arma, pode ter sido furtada antes da chegada da polícia, pois “Tonzinho” andava armado, existindo a suspeita de que o amigo dele, passageiro da moto,
Josimar Fernandes Acosta (28), que também foi atingido, tenha guardado a arma ou repassado para alguém.

O caso

Eberton foi morto com vários tiros por volta de 18h30, quando pilotava uma motocicleta paraguaia pelo bairro Jardim Lagoa tendo Josimar como passageiro. No local do crime, foi surpreendido e morto com tiros de pistola 9 milímetros e ao menos três tiros de arma calibre 12, todos na cabeça e rosto. Não há informação sobre o segundo baleado.