Parece mentira ou caso de polícia, mas preços de exames laboratoriais apresentam...

Parece mentira ou caso de polícia, mas preços de exames laboratoriais apresentam diferença de até 1.578%

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Pesquisa realizada pela Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor – Procon/MS, órgão da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho – Sedhast com objetivo de verificar preços cobrados por serviços laboratoriais em Campo Grande constatou diferenças que vão de 1,30% até 1.578,38 % em modalidades de exames oferecidos por diferentes laboratórios da Capital.

Foram pesquisados 68 produtos em 11 laboratórios, tanto na área central como em bairros de Campo Grande, no período de 28 de fevereiro a 6 de março em curso. A menor diferença de preços (1,30%) está no exame denominado “Protrombina TTPA”, uma vez que no laboratório Célula localizado na avenida Júlio de Castilhos, bairro Santo Amaro, pode ser feito por R$ 30,80 enquanto no laboratório Sabin, também na Júlio de Castilhos, Vila Alba, custa R$ 31,20.

Já, a maior diferença registrada (1.578,38%) tem a ver com “atividade da proteína C” que é oferecido por R$ 18,50 no Labminei localizado na rua Rui Barbosa, bairro São Francisco, por R$ 18,50 e no laboratório Sabin, não sai por menos de R$ 310,50. Outro serviço cuja diferença de preços chamou a atenção foi “curva de insulina pós glicose” que pode ser feito no Multilab (avenida Mato Grosso – Centro) por R$ 15,00 ou no Biodiagnostic (rua Pedro Celestino – centro) por R$ 180,00, ou seja, diferença de 1.100%.

“A pesquisa é uma prática sadia que pode trazer, entre outros benefícios, economia para o consumidor. Pesquisar não é perder tempo, mas procurar se valer da concorrência para gastar um pouco menos”, comenta Marcelo Salomão, superintendente do Procon Estadual. Além dos laboratórios já citados, a pesquisa percorreu, também o Bioclinico (na Padre João Crippa – centro), o Labclin (Candido Mariano – centro), o Masterlab (Dom Aquino – Vila Cidade), o Oswaldo Cruz (Maracaju – centro), Santa Casa (Eduardo Santos Pereira – centro) e Ultralab, na Barão do Rio Branco também no centro.