Polícia ainda sem pistas de quem executou “Cherek”

Polícia ainda sem pistas de quem executou “Cherek”

COMPARTILHAR
Fernando morreu nas proximidades da casa dele.

Embora com algumas suspeitas de autoria definidas, a polícia ainda não possui pista concreta que leve aos homens que executaram na tarde deste sábado (28), Fernando Garcia de Arruda, o “Cherek”. Com inúmeras passagens pela polícia, ele foi morto com mais de dez tiros de pistola calibre 9 milímetros.

“Cherek” foi executado na rua onde morava, da Flauta, região chamada nos meios policiais como “beco do tirão”. Ele estava em frente a um bar localizado na esquina das ruas da Flauta e do Piano, quando sugiram os matadores em uma motocicleta velha e barulhenta.

Assim que os dois homens se aproximaram o garupa sacou a arma e começou a disparar. A princípio “Cherek” tinha nove perfurações nas costas, uma nas costelas, outra em um dos ombros, uma na mão esquerda e outra com entrada e saída na região pélvica. Fernando tinha várias passagens pela polícia, entre elas por furto, roubo, tráfico de entorpecentes e assassinato. A polícia acredita que o crime tenha ligação com disputa pelo tráfico na região.
Polícia ainda sem pistas de quem executou “Cherek”

Embora com algumas suspeitas de autoria definidas, a polícia ainda não possui pista concreta que leve aos homens que executaram na tarde deste sábado (28), Fernando Garcia de Arruda, o “Cherek”. Com inúmeras passagens pela polícia, ele foi morto com mais de dez tiros de pistola calibre 9 milímetros.

“Cherek” foi executado na rua onde morava, da Flauta, região chamada nos meios policiais como “beco do tirão”. Ele estava em frente a um bar localizado na esquina das ruas da Flauta e do Piano, quando sugiram os matadores em uma motocicleta velha e barulhenta.

Assim que os dois homens se aproximaram o garupa sacou a arma e começou a disparar. A princípio “Cherek” tinha nove perfurações nas costas, uma nas costelas, outra em um dos ombros, uma na mão esquerda e outra com entrada e saída na região pélvica. Fernando tinha várias passagens pela polícia, entre elas por furto, roubo, tráfico de entorpecentes e assassinato. A polícia acredita que o crime tenha ligação com disputa pelo tráfico na região.

Populares acompanharam trabalho das polícias e perícia.