Polícia Federal prende o principal alvo da Operação Celeritas

Polícia Federal prende o principal alvo da Operação Celeritas

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Homem foi apanhado em fazenda.

No sábado (14), a Polícia Federal, com o auxílio da Força Tática da Polícia Militar, cumpriu mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça Federal de Naviraí contra o principal alvo investigado na Operação Celeritas, deflagrada pela Polícia Federal no dia 7 de julho naquele município. O homem preso atuava como chefe da perigosa organização criminosa voltada ao contrabando de cigarros paraguaios, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, desarticulada pela Polícia Federal e que no dia da operação conseguiu fugir.

De acordo com a PF, dentre suas funções, além de chefiar a organização criminosa, também cuidava de diversos pontos relacionados à ilegal introdução de grande quantidade de cargas de cigarros paraguaios no território nacional, envolvendo também a sua distribuição e o comando de mateiros, olheiros, motoristas e batedores, para dificultar a ação policial. Enfim, o homem preso cuidava da logística para escoamento do cigarro paraguaio contrabandeado.

Uma das peças chaves na organização criminosa, o homem estava foragido da Polícia Federal e Justiça Federal, desde a data da operação, e fora encontrado escondido em uma fazenda, na região de Eldorado. No sábado, equipes da Polícia Federal, bem como da Polícia Militar, que já vinham atuando em conjunto em trabalhos da Operação Horus/MS, conseguiram localizar especificamente a fazenda e fazer um cerco ao criminoso, dando assim o cumprimento do mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça Federal.

O preso passou por exame de corpo de delito e seu destino é a Penitenciária de Naviraí, onde ficará à disposição da Justiça Federal, a exemplo de cerca de vinte outras pessoas já presas por conta da mesma operação policial. Trata-se de mais uma ação da Polícia Federal, que vem buscando desestruturar financeira e logisticamente as organizações criminosas do contrabando, atuantes na fronteira, não diminuindo o ritmo dos trabalhos, nem mesmo em tempos de pandemia de COVID 19.

Encaminhado para penitenciária.