Polícia tenta identificar corpo carbonizado e lembra caso parecido com colombianos

Polícia tenta identificar corpo carbonizado e lembra caso parecido com colombianos

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Veículo foi destruído com corpo dentro. (Foto: Rádio Caçula)

A Polícia Civil de Três Lagoas trabalha com vária linhas de investigação na apuração do caso em que um veículo Tucson preto, foi encontrado queimado na rodovia MS-320 na tarde desse sábado (6) e com um cadáver carbonizado em seu interior. A partir da identificação através de chassi e o que restou da placa HMW-6385, a polícia apurou que o veículo está cadastrado em nome de um homem com 73 anos.

De acordo com a polícia, ainda não é prudente definir que o veículo realmente pertença a essa pessoa, o que só deve ocorrer nessa segunda ou terça-feira. Outro ponto investigado pela polícia, é o caso da localização nas proximidades, de uma camionete Hilux preta abandonada. O veículo está com sinais de adulteração entre elas placas frias de São Paulo/SP, sendo constatado que o veículo é cadastrado como furtado/roubado de placas originais de Uberlândia, Minas Gerais.

O que restava do corpo calcinado estava no banco do passageiro, e em análise preliminar ainda no local, o legista definiu que pelo tamanho da bacia o cadáver pode ser de mulher, mas só exame apurado definirá. Outra pista estudada pela polícia, são restos de uma sanfona, mas o principal caminho a ser seguido pela polícia, pode surgir a partir da identificação da propriedade do veículo.

Colombianos carbonizados

Uma situação lembrada pela polícia no começo da investigação, é que na mesma região no dia 17 de junho de 2.016, três colombianos foram encontrados carbonizados dentro de um Corsa com placas de Ribeirão Preto, São Paulo, também queimado.

Policiais do SIG (Setor de investigações Gerais), apuraram que as vítimas eram colombianas, cujos familiares contatados pelos policiais confirmaram que estavam desaparecidas no Brasil. Os três eram hóspedes em um hotel em Três Lagoas.

Agiotagem

O crime da época teria ligação com agiotagem praticada na cidade por colombianos que também se dedicavam a cobrança de forma violenta ou extremamente truculenta. Posteriormente outros colombianos chegaram a ser presos na região atuando com agiotagem, prática que poderia estar ainda acontecendo na região.

Na mesma região três colombianos queimados em 2016.