Preços de produtos de Pet Shops na Capital variam de 6,25 a...

Preços de produtos de Pet Shops na Capital variam de 6,25 a 230,33 por cento

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Pesquisa mostra preços abusivos.

Visando orientar proprietários de pequenos animais quando da aquisição de produtos para alimentação, vacinas, serviços e medicamentos, equipe de pesquisa da Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor – Procon/MS, órgão integrante da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho – Sedhast realizou levantamento de preços em 20 estabelecimentos especializados, no período de sete a 16 de outubro em curso, em diferentes pontos no perímetro central ou em bairros da Capital.

O trabalho realizado detectou diferenças que vão de 6,25% a 230,33 % nos 132 itens pesquisados, dos quais 106 são divulgados uma vez que os restantes não foram encontrados em dois ou mais estabelecimentos. Em função da mudança considerável de marcas e formas de apresentação no ano passado e no atual, não foi possível estabelecer termos comparativos entre os dois períodos.

Em referência a diferença de preços a ração fino trato para cães adultos em embalagem de 10 quilos, foi a que apresentou menor variação na pesquisa (6,25%) uma vez que pode ser encontrada por R$ 80,00 (a mais barata) no Super Pet Shop e por R$ 85,00 (a mais cara) no Pavão Pet Shop. Já, a maior variação (230,33%) fica por conta de max filhotes sabor carne que, em embalagem de dois quilos, custa R$ 9,99 na Agropet enquanto na Dog in Box Center II o mesmo produto pode ser encontrado por R$ 33,00.

A verificação de preços se deu no centro da Capital e nos bairros Aero Rancho, Cidade Morena, Chácara Cachoeira, Coophatrabalho, Jardim Balsamo, Jardim dos Estados, Jardim Leblon, jardim Mansur, Mário Covas, Mata do Jacinto, Monte Castelo, Santa Fé, Silvia Regina, Universitária, Vila Carlota, Vila Rica e Zé Pereira.

Precaução e reação

Com a constatação, a melhor saída para o consumidor é pesquisar, o que pode ser feito junto ao próprio Procon através de consulta ao site da instituição, o www.procon.ms.gov.br. A diferença de preços constatada, chega a ser criminosa, mas nesse caso, só o consumidor pode agir e reagir se afastando de quem cobra mais caro e se possível, usar as redes sociais para alertar onde não comprar.

Fonte: Procon/MS