Segue no Instituto de Medicina e Odontologia Legal – IMOL, o cadáver de Juliano Pereira, presidiário com 42 anos, executado na manhã desta segunda-feira quando deixava o Presídio da Gameleira, em Campo Grande. Ele cumpria pena de 22 anos por homicídio, roubo e tráfico de drogas.
A execução aconteceu pouco depois de 6h no momento em que Juliano deixaria o presídio, mas ainda no estacionamento ele foi abordado pelo matador que ocupava uma motocicleta. Mais de 10 tiros de pistola 9 milímetros atingiram o presidiário que morreu no local, tendo o autor do crime fugido sem deixar pistas.
Apontado como sobrinho do traficante Jorge Rafaat, executado com tiros de fuzil e metralhadora Ponto 50 em junho de 2016, na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero. Entre tantos crimes atribuídos a Juliano, ele teria mandado matar, decapitar e queimar a ex-esposa e a cunhada em 2017, no Paraguai.
A motivação seria a descobrir de que estariam envolvidas com integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital). A polícia não tem pista do autor da execução e a princípio atribui o crime a vingança ou desacerto entre criminosos.

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