PRF apreende quase 400 quilos de droga nas chegadas de Campo Grande

PRF apreende quase 400 quilos de droga nas chegadas de Campo Grande

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Em duas ações neste domingo (25) em acessos a Campo Grande, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 382,400 quilos de maconha, dois veículos e prendeu três traficantes. Em um dos casos o carregamento passaria pela Capital seguindo para Assis, no Estado de São Paulo. No segundo, a droga era destinada a Campo Grande e transportada por indivíduo com mandado de prisão.

No início da tarde equipe do Nucleo de Operações Especiais – NOE em ronda pela BR-163, na altura do km 450, Jardim Colúmbia, avistou veículo Gol cujo condutor ao perceber os policiais fez uma manobra brusca entrando em uma estrada vicinal onde em seguida foi abordado e constatado ser conduzido por Adevaldo (32) acompanhado de Carlos Eduardo, de 20 anos.

Nervosos, os homens não sabiam explicar a viagem e vistoriando o veículo a equipe da PRF encontrou grande quantidade de maconha em todo o interior do Gol. A carga pesou 203,6 quilos e segundo a dupla, seria levada para a cidade de Assis/SP.

Segundo diz Adevaldo, ele teria sido contratado por indivíduo chamado Sidney, conhecido como “Véio”, dono do veículo, para buscar o Gol com a maconha em Ponta Porã e levar até Assis, onde receberia R$ 15 mil. Em seguida ele “contratou” Carlos como acompanhante.

Outra apreensão

Em outra abordagem, desta vez na BR-060, a PRF apreendeu 178,800 quilos de maconha em um veículo Corsa cinza, que estava parado às margens da rodovia altura do km 370 proximidades de uma área de mata. Ao perceber a aproximação dos policiais, um homem saiu correndo para a mata sendo alcançado e contido.

Adriano, de 31 anos, era procurado através de mandado de prisão. No carro, a equipe PRF encontrou a grande quantidade de tabletes de maconha. O indivíduo disse ter recebido a droga em Sidrolândia para entregar em determinado local em Campo Grande onde receberia R$ 3 mil pelo serviço. Nos dois casos a maconha e veículos apreendidos foram entregues na Denar e os presos na Depac.