Procon/MS participa da Operação Petróleo Real e autua oito postos de combustíveis

Procon/MS participa da Operação Petróleo Real e autua oito postos de combustíveis

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Operação denominada Petróleo Real, deflagrada em nível nacional para verificação de irregularidades na comercialização de combustíveis, derivados e produtos diversificados em postos tanto em Campo Grande como em municípios do interior do Estado, envolveu a Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor – Procon/MS, Procon Municipal de Campo Grande, Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor – Decon/MS, Agência Nacional de Petróleo – ANP, Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Defraudações, Policia Militar Ambiental e Batalhão de Choque.

Trata-se de mobilização nacional coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Em Campo Grande foram fiscalizados 10 postos e expedidos quatro autos de infração. Já no interior foram lavrados quatro autos sendo um em Douradina e outros três em Ponta Porã.

Foram verificadas a qualidade dos combustíveis, validade de outros produtos, aferidas bombas de abastecimento, a transparência da composição dos preços ao consumidor, entre outras infrações. Os autos foram expedidos em função da constatação de divergência de preços entre o divulgado e o registrado nas bombas e produtos comercializados com data de validade expirado.

Ponto positivo a ser destacado é que, durante a ação técnicos da Agência Nacional de Petróleo não encontraram gasolina adulterada em nenhuma das unidades vistoriadas. Fora fiscalizados 17 postos, 10 deles em Campo Grande tendo as irregularidades anotadas sido coincidentes levando-se em conta a Capital e o interior.

A coordenação da operação, em nível nacional, coube ao Ministério da Justiça e Segurança Pública por meio da Secretaria de Operações Integradas (SEOPI) e da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). Para o superintendente do Procon Estadual que é, também, diretor para a região Centro Oeste da Associação Brasileira de Procons – ProconsBrasil, Marcelo Salomão, “esse tipo de operação é necessária para evitar que o consumidor tenha prejuízos ao adquirir combustíveis ou derivados”

Com Assessoria