Senador Nelsinho Trad faz palestra sobre câncer de próstata e recorda o...

Senador Nelsinho Trad faz palestra sobre câncer de próstata e recorda o trabalho preventivo pelos 79 municípios de MS

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O senador Nelsinho Trad (PSD) ministrou na tarde de ontem palestra sobre os cuidados com a saúde do homem e a prevenção do câncer de próstata, no auditório do Instituto Brasileiro Legislativo (Interlegis) do Senado Federal. “Se o paciente se previne e descobre a doença no estágio inicial, pode ser operado e ficar curado, sem a necessidade de quimioterapia e de radioterapia em alguns casos”, alertou o parlamentar sul-mato-grossense, médico urologista.

Essa doença, segundo o senador, é uma das principais causas de morte entre os homens no país. De acordo com o Ministério da Saúde, foram registrados 14 mil óbitos em 2018 no Brasil. Só em Mato Grosso do Sul, 256 mortes, sendo 84 em Campo Grande. Esse número vem crescendo; foram 120 mortes no Estado e 32 na Capital em 2017. “A prevenção e o diagnóstico precoce são aliados no combate à doença. Por isso, faço questão de divulgar o Novembro Azul e de homenagear a equipe da SES (Secretaria de Estado de Saúde). Eles percorreram, durante quatro anos, comigo as 79 cidades de Mato Grosso do Sul para prevenção contra essa doença”, comentou o senador Nelsinho Trad, em sua palestra.

Segundo o palestrante, 90% dos casos identificados de câncer de próstata precocemente têm cura. No evento, #azultitude, campanha do Instituto Lado a Lado pela Vida, o senador Nelsinho Trad esclareceu que na fase inicial da doença, a maioria dos pacientes não apresenta sintomas.

“Quando o tumor cresce, os mais comuns estão relacionados ao ato de urinar. Se o homem está com dificuldade em iniciar e manter um jato contínuo, é preciso investigar”, disse o palestrante.

Para o senador Nelsinho Trad, é necessário aos homens a partir dos 45 anos fazerem os exames de PSA e de toque retal uma vez por ano e, principalmente, se há histórico familiar de casos da doença. “20% dos pacientes com câncer de próstata são diagnosticados somente pela alteração no toque retal”, enfatizou o palestrante.

Com Assessoria/Neiba Ota