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Traficante que enviava droga do MS para o Espírito Santo é preso na Capital

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Uma das casas usadas pelo grupo criminoso.

Antônio Coca

Policiais civis de Mato Grosso do Sul e do Espírito Santos, fizeram nesta terça-feira (16), uma operação para desarticular uma quadrilha de traficantes que agia no eixo MS/ES. Os traficantes enviavam cocaína de Campo Grande para Vitória. Durante as investigações um dos acusados morreu depois de contrair Covid 19.

Em Campo Grande o Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO) prendeu um jovem de 25 anos suspeito de integrar a organização criminosa. Contra ele, que não teve o nome divulgado, havia um mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Guarapari (ES).

O rapaz passou a ser investigado depois que a Polícia Rodoviária Federal (PRF), apreendeu em 18 de maio de 2021 cerca de 50 quilos de cocaína, escondidos no forro de um veículo. A apreensão da droga ocorreu na BR 101 em Guarapari (ES).

“Com o flagrante, o caso foi encaminhado para a Denarc de Guarapari, e instauramos um Inquérito Policial para investigar a origem do entorpecente, bem como o remetente e o destinatário da carga. Verificamos que a origem da droga era Campo Grande e o destino Vitória”, relatou o titular da Denarc de Guarapari, delegado Guilherme Eugênio Rodrigues.

Com a descoberta de quem tinha enviado a cocaína, os policiais do DRACCO entraram na investigação, mas o suspeito tinha morrido de Covid, e na residência do homem que era procurado, foi preso outro suspeito e com ele uma arma de fogo. “Havia contra ele um mando de prisão e apreendemos a arma e um veículo Hyundai Azera que possivelmente foi comprado com o dinheiro do tráfico”, disse a diretora do DRACCO, delegada Ana Claudia Oliveira Marques Medina.

Ainda segundo a delegada, as investigações apontam para a existência de uma quadrilha baseada em Campo Grande que estaria abastecendo o “mercado” de droga do Espírito Santo e as investigações continuam por parte de policiais de Mato Grosso do Sul e daquele estado para tentar identificar e prender os outros envolvidos. O preso na operação foi enviado para uma penitenciária de Campo Grande.