Um agente tinha caso amoroso e servidoras trocavam nudes com internos da...

Um agente tinha caso amoroso e servidoras trocavam nudes com internos da Penitenciária de Dourados

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Duas situações inusitadas na Penitenciária Estadual de Dourados (PED), a descoberta de caso amoroso entre policial penal e detento condenado a mais de 25 anos de prisão, e relacionamento através da troca de nudes entre funcionárias do setor de saúde e internos, mobilizam a administração do sistema penitenciária de Mato Grosso do Sul. Os episódios que podem provocar escândalo sem precedentes, provocou a dispensa das servidoras e remoção do policial penal.

De acordo com as primeiras informações, um servidor homossexual foi descoberto mantendo relacionamento amoroso com o presidiário conhecido como GG. Ainda é desconhecido desde quando os dois mantinham o caso amoroso.

GG, é definido como preso de alta periculosidade sendo condenado a mais de 25 anos por assaltos. Com a descoberta o agente penitenciário foi transferido para setor administrativo, supostamente sem nenhum contato com presos enquanto o interno foi colocado no chamado “castigo”, em cela disciplinar.

No setor de saúde, troca de nudes

Paralelamente ao caso entre preso e agente penitenciário, foi descoberto o relacionamento através de celulares, entre funcionária do setor de saúde da penitenciária e os presidiários. Funcionárias da Secretaria de Saúde da prefeitura de Dourados, as servidoras eram cedidas ao Sistema Penitenciário para atuação na PED.

Não se sabe ainda desde quando, elas inicialmente mantinham conversas com internos através dos atendimentos no setor de saúde. De acordo com o que foi descoberto, as conversas acabaram se transformando em relacionamento de amizade e logo, em troca de nudes.

Com o caso descoberto, a administração do Sistema Penitenciário, esteve reunida com o Secretário de Saúde de Dourados e as servidoras foram devolvidas. O convênio deve ser mantido e as servidoras substituídas.

A PED é a segunda maior penitenciária de Mato Grosso do Sul e abriga atualmente em torno de 2.700 internos ou mais. Grande parte deles integrantes de facções e apontados como de alta periculosidade.