Vereador Veterinário Francisco destaca que não devemos esquecer o combate à dengue

Vereador Veterinário Francisco destaca que não devemos esquecer o combate à dengue

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O vereador Veterinário Francisco tem alertado as pessoas e autoridades sobre aparente distanciamento dos cuidados e prevenção contra a dengue. Francisco lembra que “Em tempos de COVID-19, muitos tem se esquecido de outras doenças que também estão afetando nossa cidade, principalmente a dengue”.

De acordo com o último Boletim Epidemiológico divulgado no dia 1º de abril pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), Mato Grosso do Sul já conta com 21 mortes e 40.215 casos notificados de dengue. O Estado já havia decretado no dia 12 de fevereiro, estado de alerta, em virtude de já cintar 11 mortes e mais de 12.000 casos notificados de dengue.

Em pouco menos de dois meses tivemos houve aumento no número de mortes de quase 100%. A média é de 441 casos por dia. Campo Grande lidera o ranking de municípios com mais casos notificados, com 6.995 mil, contabilizando 4 mortes, um homem de 30 anos, uma idosa de 74, uma criança de 9 e, o último caso, um homem de 54 anos. Mais 14 cidades registraram mortes.

“A população precisa estar consciente da sua responsabilidade, a limpeza das casas e terrenos deve ser uma rotina. O mosquito não pode encontrar a possibilidade de se procriar. Juntos, Poder Público e população devem enfrentar a dengue”, salientou o Vereador Veterinário Francisco.

Ações de combate

Em Campo Grande, no início de fevereiro, foi decretado estado de emergência, em virtude do grande número de notificações de casos de dengue, esse procedimento visa facilitar a aquisição de bens necessários às atividades de resposta à epidemia e prestação de serviços, sem burocracia, dispensando licitações ou prejuízos a Lei de Responsabilidade Fiscal.

A Prefeitura também iniciou a “Operação Mosquito Zero – É Matar ou Morrer”, onde durante dez dias, equipes capacitadas fazem inspeções em residência e vistoria em pontos estratégicos, em cada um dos sete distritos urbanos da cidade. E também determina um local na região para que os moradores descartem todo tipo de material que possa se transformar em um local de procriação do mosquito. Entretanto, em virtude da pandemia do COVID-19, a operação teve que ser suspensa.