Defurv caça implicados com assassinos de taxista, além de presidiário da...

Defurv caça implicados com assassinos de taxista, além de presidiário da Máxima

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Arma do crime e celular da vítima apreendidos pelo BPMChoque.

As investigações por policiais da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos – Defurv, chefiadas pelo delegado Pablo Farias, revelaram que o assalto e assassinato do taxista Luciano Barbosa, 44 anos, teria acontecido depois que o adolescente de 17 anos e a comparsa, mulher de 21 anos, teriam combinado cometer roubos na cidade, entre eles um veículo, para vender o carro por R$ 2 mil a um receptador na cidade de Sidrolândia, indicado pelo irmão do adolescente, interno do Presídio de Segurança Máxima. Os nomes dos criminosos não são revelados pela polícia, o do adolescente em obediência ao Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA e dos adultos por força da lei de Abuso de Autoridade apresentada, votada e aprovada pelos legisladores federais.

O adolescente e a mulher estariam em uma festa quando decidiram fazer assaltos durante a noite de sábado (25). Definido o plano criminoso, o adolescente pediu para a namorada, que estava em casa no Jardim São Lourenço, que pedisse um táxi pelo aplicativo. Para maquiar o plano criminoso do namorado, ao solicitar a corrida ela teria usado um CPF e conta, de ex-namorado, que não teve envolvimento nenhum no crime.

Conforme o delegado Pablo, a corrida de Luciano com os criminosos durou 18 minutos. O delegado conta que o adolescente alegou que o taxista teria reagido e por isso o mataram com um tiro na cabeça. Como a vítima morreu, a dupla abortou o plano de seguir para Sidrolândia vender o carro ao receptador até agora identificado como “Paraguaio”.

O taxi foi a princípio abandonado no Bairro Guanandi, e depois levado por outro comparsa ainda não localizado, para o Bairro Santa Emília onde foi encontrado sem as rodas. O adolescente conta com passagens por estupro outro assassinato.

Choque apreende arma

Em apoio à operação da Defurv no esclarecimento do crime, policiais militares do Batalhão de Choque localizaram e apreenderam a arma utilizada no assalto e execução do taxista, inclusive a cápsula deflagrada, possivelmente na execução. O BPChoque também recuperou o celular do taxista que havia sido roubado pelos latrocidas.