O helicóptero apreendido nesta quarta-feira (1), pelo Grupo Águia da Polícia Militar de Presidente Prudente e Bauru, no Estado de São Paulo estava impedida de voar desde 2020. A partir da identificação da aeronave, matrícula PP-ARI, surgiu a suspeita que o Robson 44 II, estava sendo utilizado no narcotráfico desde sua transferência em 2925.
Com seu registro na ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil, cancelado em janeiro de 2020, o helicóptero não poderia estar em operação de voo. Mesmo assim, ele foi comprado e transferido em agosto de 2025, sendo registrado em nome de uma mulher.
Existem registros de que algumas aeronaves dessa marca e modelo, para continuar em operação, precisam passar por uma manutenção que os proprietários definem como extremamente cara, em alguns casos troca de motor, o que para o proprietário não compensa fazer, ficando o helicóptero parado em algum lugar.
Só que nesse período, independente do tempo parado, surgem interessados na compra e o proprietário por sua vez, vende, mas exige transferência. Fechada a venda e definido novo proprietário, a aeronave passa a operar na clandestinidade atuando no narcotráfico, garimpo, ou pulverização, até que ocorra um acidente, como ocorreu na região de Maracaju com dois mortos, ou a apreensão.
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