Pistoleiros se passaram por policiais em execução na fronteira

Pistoleiros se passaram por policiais em execução na fronteira

COMPARTILHAR

Com base nos primeiros levantamentos e principalmente relato de testemunhas, a polícia acredita que o crime que vitimou Facundo Moraiz Sanábria, (22), esta tarde em Pedro Juan Caballero, Paraguai, na fronteira com o Brasil, foi encomendado e minuciosamente preparado. De acordo com o Comissário Principal Teófilo Benítez, os pistoleiros chegaram à casa da vítima se passando por policiais trajando bonés e coletes, alegando que ser uma batida policial.

Paralelamente testemunhas relatam que os pistoleiros chegaram de forma organizada na casa que estava com portões abertos. Um indivíduo entrou pelos fundos por onde rendeu pedreiros que assentavam piso e que obrigados permanecerem deitados.

Outro agrediu a tia da vítima que foi derrubada. Em seguida, outro gritou pelo nome de Facundo que estava em seu quarto e saiu perguntando que estava acontecendo. Imediatamente foi atacado a tiros de pistola pelo elemento que havia entrado pelos fundos, tendo a vítima tentado escapar pela frente, mas cercada acabou atingida com seis tiros de pistola 9 milímetros na cabeça.

Agindo de forma rápida os pistoleiros se referiram ao incêndio do carro e fugiram deixando no local um boné preto semelhante ao do uniforma da Polícia Nacional. Em questão de minutos e distante cerca de mil metros da casa, o carro usado pela vítima, que estava cadastrado como furtado/roubado no Brasil, foi incendiado.