Policiais civis prendem envolvidos em furto de armas na Capital

Policiais civis prendem envolvidos em furto de armas na Capital

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Investigando furto de armas em uma chácara em Campo Grande, policiais civis do Grupo de Operações e Investigações – GOI prenderam dois indivíduos envolvidos no crime e recuperaram parte das armas e munições. As armas e munições são devidamente legalizadas.

Acionados sobre o furto, equipe do GOI, identificou imagens em que apareciam uma espingarda calibre 22 e uma carabina 44 encostadas em uma caminhonete, foto que foi compartilhada em grupo de whatsapp, sendo identificado o proprietário do veículo. A identificação levou os investigadores a uma oficina de motos na rua da Divisão, onde o veículo e primeiro envolvido foram localizados.

O proprietário da oficina, de 41 anos, confirmou a publicação para vender as armas e munições em seu estabelecimento, dizendo ainda ter suspeitado se tratar de produto de origem ilícita, tendo anunciado no grupo para se desfazer delas rapidamente.

O homem revelou ainda que pegou as armas e munições em uma chácara, mas não disse o nome de quem havia entregue o material. Além das armas, o dono da oficina entregou aos policiais dois carregadores, 1.700 munições calibre 22 e 485 munições calibre 44.

O indivíduo alegou que não teria comprado as armas, apenas pegado para vende-las e que cobraria R$ 8 mil do comprador. Quando policiais chegaram na chácara, um homem saiu da casa e entrou no mato onde em seguida foi localizado e preso pelo Choque, elemento de 37 anos, que confirmou ter entregue as armas e que não realizou o furto sozinho, apontando parente como envolvido no crime e na negociação.

Ele denunciou que o parente teria conseguido vender uma espingarda calibre 12 e um fuzil 5,56, na cidade de Dourados. Com a prisão, foi apurado que seis armas foram furtadas, sendo duas localizadas pelo GOI, um revólver calibre 38, uma pistola calibre 9 milímetros. Ele revelou ainda que o fuzil e a espingarda haviam sido negociados com indivíduo conhecido como “Careca”, pelo valor de R$ 10 mil, que teria vindo de Dourados a mando de alguém conhecido como “Oreia”.

Já a pistola e o revólver estariam em posse de seu genro, que não foi localizado. Os dois responderão pelos crimes de Receptação, Associação Criminosa, Posse Irregular de Arma de Fogo de Uso Permitido e Comércio Irregular de Arma de Fogo enquanto os demais envolvidos seguem sendo caçados.